NOVOS TEMPOS POLITICAMENTE CORRETOS

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Nos novos tempos politicamente corretos, certos temas estão vedados para quem quiser fazer humor nos meios de comunicação e quem se atrever vai ser apontado como preconceituoso, chauvinista, homofóbico,ou até coisa pior. Entretanto, grandes humoristas brasileiros e do mundo inteiro, nunca fugiram desses temasno passado.

Millor Fernandes, Stanislau Ponte Preta, Barão de Itararé e Groucho Marx foram alguns deles:

O melhor movimento feminino ainda é o dos quadris. (Millor)

Homem que desmunheca e mulher que pisa duro não enganam nem no escuro. (Stanislau Ponte Preta)

Pelo jeito que a coisa vai, em breve o terceiro sexo estará em segundo. (Stanislau Ponte Preta)

Se o Diabo entendesse de mulher, não tinha rabo nem chifre. (Stanislau Ponte Preta)

Para as mulheres, os velhos são de duas categorias, os insuportáveis e os ricos (Barão de Itararé)

Eu corri atrás de uma garota por dois anos apenas para descobrir que os seus gostos eram exatamente como os meus: Nós dois éramos loucos por garotas (Groucho Marx)

Pior casamento é o que dá certo (Millor)

O casamento é uma tragédia em dois atos: civil e religioso (Barão de Itararé)

Restaure-se a moralidade, ou nos locupletamos todos (Stanislaw Ponte Preta)

Democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim (Millor)

Há tantas coisas na vida mais importantes que o dinheiro. Mas, custam tanto (Groucho Marx)

O homem que se vende recebe sempre mais do que vale (Barão de Itararé)

De onde menos se espera, daí é que não sai nada. (Barão de Itararé)

Eu não frequento clubes que me aceitem como sócio. (Groucho Marx)

 


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1 comentário em “NOVOS TEMPOS POLITICAMENTE CORRETOS”

  1. Marino.
    O último caso que conheço sobre um quarentão entusiasmado com uma garota de vinte e dois que tomou dose tripla de Viagra, é que ele teve um priapismo o qual provocou uma isquemia peniana de longa duração. Esta além de causar uma coloração azul do “organus coeundi”, lhe proporcionou uma dor muito aguda e um grande risco de necrose no dito.
    Tão apavorado ficou o infeliz Don Juan que de uma praia de Santa Catarina voou de carro até o HPS de Porto Alegre. Lá, resolvido o problema, lhe perguntaram se a acompanhante estava no carro lhe aguardando para lhe levar para casa. Só então deu-se conta que a tinha esquecido numa romântica praia catarinense.

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